quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ANTIGA CASA DO BAIRRO PALMARES


Tantas lembranças que tenho desta antiga casa do Bairro Palmares na cidade de Parintins no Amzonas. Nesta casa criei meus dois filhos: Evens e Eny, um menino e uma menina. Cheguei nesta casa em 2000 e saí dela em 2010, foi, portanto, 10 anos que estive vivendo nesta antiga casa. Gostei muito dela e de toda a vizinhança. Lembro muito bem do seo João e da dona Tereza; da dona Zezé e do seo vavá irmão dela. Agora ela pertence a outros donos, mas ainda me lembro dela com amor. Adeus!

PROFISSÃO PERIGOSA

"Um total de 110 jornalistas morreram por causa do seu trabalho em 2009, tornando-o o ano mais mortífero da década passada" para essa profissão, disse o Instituto Internacional de Imprensa, com sede em Viena, Áustria. Em áreas de conflito, como Afeganistão, Iraque, Paquistão e Somália, "os jornalistas foram alvos propositais" em anos recentes, comentou o relatório. Por isso há menos cobertura da imprensa e uma "preocupante falta de informações sobre os muitos acontecimentos complexos" nesses lugares. O Iraque foi o país mais perigoso para os jornalistas na última década, seguido por Filipinas, Colômbia, México e Rússia, nessa ordem.
  • TERREMOTOS - "OS DESASTRES MAIS MORTÍFEROS"
"Os terremotos foram os desastres mais mortíferos da década passada, disse a "Estratégia Internacional para a Redução de Desastres, da ONU, com sede em Genebra, Suíça. Dos que morreram por causa de desastres nesse período, quase 60% foram vítimas de terremotos. Esse "perigo natural" continua a representar um sério risco. Visto que oito das dez cidades com maior população do mundo estão localizadas sobre falhas geológicas propensas a terremotos. Nos últimos dez anos mais de 780 mil pessoas morreram em 3.852 eventos classificados como desastres.
  • CIRURGIA SEM SANGUE GANHA FORÇA

Em fins de 1996 um hospital em Hartford, Connecticut, EUA, integrou a lista de 56 hospitais por todo o país que têm “centro de tratamento sem sangue para as Testemunhas de Jeová”, disse The Hartford Courant. “Depois de estudar a idéia, os administradores do hospital concluíram que o desejo das Testemunhas de Jeová não mais difere muito do da maioria de outros pacientes.” Com a ajuda de medicamentos e de técnicas cirúrgicas avançadas, os médicos realizam transplante de órgãos, substituição de articulações, bem como cirurgia de coração aberto, de câncer e outras cirurgias, tudo sem usar sangue. Além disso, muitos profissionais da saúde admitem agora abertamente os perigos da transfusão de sangue. O Dr. David Crombie Jr., chefe de cirurgia no Hospital Hartford, admite candidamente: “Na época que estudei medicina, o sangue era considerado um tônico. Agora é considerado veneno.” A Bíblia, do começo ao fim, proíbe introduzir sangue no corpo. — Gênesis 9:4; Levítico 17:14; Atos 15:28, 29; 21:25.